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quinta-feira, 14 de julho de 2011

“Que nó precisa ser desatado no seu fazer pedagógico? Qual é o maior dificultador do trabalho em sala de aula?”

Por Antonio Luiz Miranda 
 Desatamos nós o tempo todo;  uns mais elaborados, outros nem tanto.  Alguns nós, de alta complexidade, foram tramados há tanto tempo e com tanta dedicação, que a tarefa de desatá-los requer um esforço conjunto.

Às vezes, descobrir a ponta do nó pouco significa no processo, porque o laço é frouxo e, inacreditavelmente, quem deveria se ocupar de manter  o nó sob controle não mostra interesse em fazê-lo.  E se  é verdade que a corda sempre arrebenta do lado mais fraco...
  
Um nó cego não desata.   Depende da paciência e da boa vontade de quem se propõe a desfazê-lo.  Se ao esbarrar no “obstáculo”, optarmos por desfiar queixas intermináveis, culpando sempre o outro e com isso paralisarmos nossa desejável e necessária intervenção, estaremos nos tornando mais que incentivadores:  cúmplices da cegueira.

Marinheiros são mestres em nós, daí a famosa expressão nó de marinheiro.  São nós validados pela força da instituição e, como é do conhecimento de todos, não há um modelo único de nó.  Para cada ocasião, um tipo.  A experiência de desatá-los é desafiadora e, muitas vezes, nos deixamos abater pelo fracasso eventual de uma ou outra tentativa.  No entanto, devemos insistir – tanto mar, tanto mar...

E o mar é uma imagem bem apropriada para o nosso fazer pedagógico.  Quem navega, aprende e ensina tanto em mar revolto como em calmaria.  Se  o barco ameaça virar, a gente se agarra, com força e fé, a uma corda.  Nessa hora é imprescindível que essa esteja bem firme, com um nó seguro.  Navegar é preciso, mas viver é preciso.

sábado, 25 de junho de 2011

Oficina de Cinema

Os alunos da Escola Andréa Fontes Peixoto participaram no dia 17/06 da segunda aula do Projeto Cine Chega Mais, onde realizaram uma prática de vídeo nas oficinas de cinema comandadas pelo produtor Fabricio Machado. A turma do professor Iuri Nascimento realizou filmagens e aprendeu sobre a sétima arte.







Imagens retiradas do site:  http://www.cinechegamais.blogspot.com/

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Por Conta Disso e Daquilo

Por conta do rumo das coisas, vou embora.
Não vou pra Pasárgada porque não sei o caminho
Vou me exilar logo ali, não vejo a hora;
mas vou pra voltar porque sempre andei sozinho

Por conta do rumo das coisas, saio triste.
Queria ficar, meu amor, mas tô cansado.
Você que é mais forte que eu, veja se resiste;
um dia eu volto pra ficar do seu lado.

Por conta do rumo das coisas, vou agora.
Não vou pra Pasárgada, pois desconheço o rei.
Vou com saudade dos tempos de outrora;
cantava, sorria e hoje... Eu já nem sei.

Por conta do rumo das coisas, saio cedo.
Queria ficar mais um pouco... Acabou!
Um dia, quem sabe? a alegria vence o medo 
e a gente vai contar sorrindo o que passou.

Por conta do rumo das coisas, amor, adeus.
Não vou pra Pasárgada atrás de aventura.
Vou pra sonhar os meus sonhos e os seus
e voltar porque não sei viver sem sua ternura.

Esse é mais um trabalho do colega professor de matemática Toninho publicado na "Coletânea de Poemas dos Profissionais de Educação" da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro, editado pelo Empresa Municipal de Artes gráficas/Imprensa da Cidade no ano de 1998.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

No cinema em 3D!

O cinema foi oferecido à nossa escola pela parceria com o bairro educador, no norteshopping. Levamos 2 turmas de Projeto: Iuri e Toninho. A maioria dos alunos nunca foram ao cinema. O filme foi Piratas do Caribe em 3D, dia 09/06. 





  






sexta-feira, 10 de junho de 2011

Semeando - Atividade na Semana de Alimentação Escolar

A mobilização dos alunos para o trabalho foi feita com antecedência de duas semanas. Encarregados de trazer cascalho e terra, quase todos cumpriram o prometido.



No dia marcado, receberam  Hugo - o professor convidado - com curiosidade e atenção. Após um breve bate papo, puseram a mão na massa, ou na terra, para ser mais fiel.



E com alegria e interesse transformaram-se em participativos semeadores. Revelaram-se conhecedores de propriedades incríveis das plantas.





Por exemplo: a "babosa" (Aloe vera), além de ser usada para fortalecer os cabelos é um poderoso antídoto aos primeiros palavrões quando passada na língua.


A tarde foi proveitosa. A jardineira ficou muito bonita e todos estamos na espectativa da primeira colheita.
  


Semear é assim: por mais que tenhamos feito a nossa parte, o resultado só veremos depois.




Professor Toninho - Turma 8301